"Os principais insumos
que compõem os negócios bem-sucedidos atualmente são os conhecimentos e as
informações. Porém, estes precisam ser organizados de forma prática, para que
gerem resultados positivos para o empreendedor e para todos os envolvidos"
"O rumo ao sucesso na implantação de um negócio é a criação dos processos
internos para que se possa entregar ao consumidor final aquilo que foi
prometido, com a máxima qualidade e a preços competitivos. Sem processos
internos adequados não se tem competitividade. No cenário tecnológico atual,
uma empresa só terá condições de competir se for detentora de competentes
processos internos, não importa se próprios ou terceirizados" Você
concorda com a afirmação acima? Se sim, como implementar esta técnica?
Sim. Para implementá-la, é preciso dispor de sistema informacional
adequado e de uma rigoroso mapeamento de todos os processos (internos e
externos) que façam parte da cadeia de suprimentos. Além disso, é preciso que o
próprio sistema possa, constantemente, monitorar os processos que gerencia, no
fito de melhorá-los. Pois a única forma de uma empresa manter-se no mercado é
melhorando-se continuamente.
Para “fazer isso acontecer” – além de ter de despender relativo gasto
para executar essa reengenharia –, terá de munir-se de material humano
adequado. Em “Organização, Processos e Tomada de Decisões” (cadeira que estamos
vendo concomitante a essa), três profissionais da era atual foram descritos:
analista de sistemas, de processos e de negócios.
Como bem destaca o texto do desafio, os principal insumo do sucesso
empresarial é a informação. Destaque-se o fato que, via de regra, a informação
é produzida. Essa é um dado que tem significado para uma decisão empresarial. E
esse significado não é inerente ao dado em si. Sistematizando numa equação,
poder-se-ia afirmar que: dado+necessidade+contexto=informação.
Pois bem, há sistemas que armazenam os dados, identificam as
necessidades e os contextos, possibilitando que esses insumos do conhecimento
sejam transmudados em informação tempestiva. São, nos dizeres de Araújo (2010),
asferramentas de suporte do BI (Business Intelligence). Essas são o data
marts, o data warehause e o data mining. O
primeiro cuida do armazenamento de todos os dados, internos e externos, micro e
macro, que podem ser utilizados, no presente ou no futuro – não importando o
quão remoto esse seja –, pela empresa. Numa palavra, seria um macrobanco de
dados. O segundo seria, grosso modo, a estruturação do primeiro. Essa
estruturação seria norteada por quatro princípios: não volatilidade, pois os
dados – por mais que pareçam ser obsoletos – jamais poderão ser excluídos; historicidade;
meta dados; e redundância de dados, pois a repetição é aceita. O terceiro
baseia-se no OLAP, que torna online o acesso ao SPT, que é “ um sistema
de processamento de transações no nível operacional” (CAVALCANTE, 2012, p.
14).
Juntas, essas ferramentas de suporte viabilizam (pois sem elas seria
impossível) a utilização do BI.
ARAÚJO, Carlos Manta Pinto. Disciplina Organização, Processos e Tomada de Decisão. Fortaleza: UFC Virtual, 2010.
CAVALCANTE, Sueli. Disciplina Sistema de Informação e Comunicação no Setor Público. Fortaleza: UFC Virtual, 2012.
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